Para não dizer que não falei do ensino
Gostaria de registra aqui minha total desaprovação com relação a como esta direção lidou com o acidente ocorrido na sexta feira passada, onde minha filha teve o ante braço queimado. Além de falhar com a falta de um atendimento emergencial agora falha ao enviar um e-mail minimizando o ocorrido.
Escola é apenas um bom negócio?
Me responda então, quanto custa a dor de uma criança? Ou sua vergonha ao não querer se apresentar com os coleguinhas por estar com o rosto queimado?
Penso que se educa principalmente com atitudes, com exemplos, o que neste caso, infelizmente essa direção falhou e demonstrou total falta de empatia com os acidentados. Além disso preocupados com a repercussão falham ainda mais ao enviar um e-mail, que ainda não li, minimizando o ocorrido.
Está tudo bem, pois ninguém morreu. Isso é verdade, mas por interferência do acaso. Me disseram que o tatame onde bateram os holofotes ficou furado, pois não bateu em mais ninguém. Neste caso contar com o acaso teve um resultado favorável, mas devemos confiar no acaso sempre? Ninguém pensou em não contar com o acaso e colocar alguém responsável para cuidar do equipamento, já que este estava solto? Que garantias teremos de que isso ou coisa mais grave não será tratada da mesma maneira? Que garantia temos que ocorrendo uma situação atípica envolvendo a saúde das crianças teremos um atendimento de emergência garantido?
Hoje arrancaram a pele da queimadura do antebraço da Mariana, a sangue frio, pois poderia infeccionar. Muitas vezes na vida temos que escolher entre causar um mal estar, um desconforto, e neste caso, causar dor, limpando a queimadura isso foi necessário para termos um resultado final de cura. Um paradoxo fazer o mal para trazer o bem.
Como foi feito com a queimadura gostaria de tocar na ferida das causas do acidente. Arrancar a pele é dizer que neste caso: A empresa que montou o equipamento falhou ao instalar o equipamento? A escola não verificou a segurança, nem sabendo da fragilidade não poderia deslocar alguém para cuidar disso, vigiando a situação? A criança que se pendurou e fez com que a coisa tombasse é responsável também? Que culpa tem a direção do colégio? A direção da escola não atendeu emergencialmente os acidentados.
Como saber o que poderá ocorrer numa próxima festa?
Lamento principalmente pelas crianças que neste caso estão à mercê de adultos que demonstram falta total de empatia com seu sofrimento. Nem demonstram respeito com sua falta de autonomia de pessoa em desenvolvimento. Que poderia ir qualquer hora que quisessem procurar um médico. Infelizmente os alunos são vistos como clientes.
Pouco sei sobre economia, mas no mercado o cliente tem sempre razão. Neste caso abro mão da razão e sinto. Sinto que, por acaso, esse acidente aconteceu com a minha filha seu irmãozinho e tiveram outros envolvidos que não sei como estão de saúde e eu estou muito preocupado!
Que tipo de seres humanos somos? Como ensinar sem empatia?
Carta aberta ao Colégio São Domingos
Propriedade in.teleco.teco.tual
Estes dias por indicação da Profa. Renata Games li um texto sobre a propiedade intelectual. Porque somos contra a propriedade intelectual?
Relacionando com trabalho, digamos que se um dia o cantor Roberto Carlos amanhacesse, louco, maluco doido e resolvesse fazer cópias de todos os seus antigos discos e vender, assim numa banquinha no centro de São Paulo. Ele não estaria cometendo um crime, ou estaria?
Eis a questão, os direitos sobre as ”coisas” do Rei Roberto são da gravadora Sonymusic.
Como pode, o próprio autor se piratear? São as distorções do mercado fonográfico.
Vejam só, enquanto o Rei Roberto Carlos não é livre pra vender suas músicas, os autores independentes podem distribuir livremente suas músicas na internet.
inté jah!
Enegep 2008
Achei este texto do XXVIII Encontro Nacional de Engenharia de Produção muito útil para minhas pesquisas. Dentre outras coisas ele trata da democratização das ferramentas de produção, da democratização das ferramentas de distribuição e da aproximação entre a oferta e a demanda.
inté jah!
Damião Referença
Estes dias, na aula, o professor Lúcio Agra fez referência ao artista Damião Experiença. Certamente um dos primeiros caras a produzir música independente no Brasil. Ele tem 34 discos gravados e vendidos pessoalmente pelo autor. Isso é que é referência de liberdade de expressão.
inté Jah!
A evolução do registro sonoro
Uma das coisas mais interessantes que descobri no curso de sonoplastia foi que temos arquivos sonoros somente de um passado recente. O registro sonoro, como não é um fenômeno natural, carrega sempre uma marca técnológica, ou estética. Ou seja, conseguimos datá-los pelas suas características de qualidade e pelas músicas da época. Imagine se pudessemos ouvir um discurso do Filósofo Sócrates. Ou o som de uma arena onde os gladiadores se enfrentavam até a morte.
Para mim é como se existisse um mundo pré-histórico, antes da escrita, e outro mundo pré-registro sonoro.
Leia:http://pbay.blogspot.com/2008/12/gravao-audio.html
Também: a evolução do registro sonoro
Não sei onde estive…
Ontem uma amiga me falou do músico Gilberto Mendes. Daí vim pesquisar. Ele é diretor de arte do Festival de Música Nova, de Santos. Sabe aquelas pessoas que você fica com vontade de conhecer pessoalmente? Encontrei uma tributo sobre ele aqui. Parece que tem um filme sobre ele.
inté jah.
Indústria musical, arte e jabá
Interessante como funcionam as coisas. Basta abrir os olhos pra alguma coisa que ela aparece na sua frente. Como me aconteceu com esta matéria do Maurício Stycer. O cara cita o Tico Santa Cruz, vocalista do Detonautas em seu bolg. Na discussão o “jabá”. Até onde as mídias promovem a venda de arte musical, como a indústria musical interfere na produção artística e quanto perde seu caráter de arte.
Obrigado. inté jah.
MIDI
Ao contráriode outros formatos mais conhecidos, mp3 e wave, o MIDI (Musical Instrument Digital Interface), ou Interface Digital para Instrumentos Musicais, não contém o áudio. Ele é simplesmente uma partitura digital. Você cria um sinal e só depois coloca o som nele. Poderá esta interface ser um instrumento de artesanato musical? Onde eu tava com a cabeça quando pensei isso…o que? pra que? quando? onde? isso não tem nada a ver, acho que vou mudar de tema.
Artesanato musical
Através do blog do Felipe Neves fiquei sabendo deste link, google acadêmico.
http://scholar.google.com.br/schhp?hl=pt-BR
Fui até lá e pesquisei “artesanato musical”.
Achei seis trabalhos onde o termo aparece. Apenas em um livro Três Canções de Tom Jobim, encontrei o termo artesanato musical, na abertura na pág. 07, em nota dos editores, referindo-se ao jeito de compôr do músico.